quarta-feira, 30 de maio de 2012


CHÁ COM TARÔ - NA CASA DA CRIS DO TARÔ

Passamos horas adoráveis num Encontro muito animado, na casa de nossa Companheira de Jornada Tarológica Cris do Tarô, na tarde de Sábado, 26/05/2012, onde além da própria, de sua filha Amanda, e de seu esposo, compareceram algumas de suas amigas.
Foram momentos de muita descontração e alegria, na qual nem vimos as horas passarem...
Além dos papos sobre Tarô, Mística e assuntos correlatos, cada Participante tirou algumas Cartas para si mesmo, com “pitacos” de todos os presentes... muito interessante...
Esperamos que possamos ter mais desses Encontros entre os Tarólogos de Belo Horizonte, para estreitarmos os laços e projetarmos, para futuramente, uma Associação Mineira de Tarólogos, quem sabe uma Associação Brasileira de Tarólogos em breve.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


ENCONTRO DE TARÓLOGOS E SIMPATIZANTES
 
Em nosso Encontro de Tarólogos e Simpatizantes ocorrido neste Sábado, dia 19/05/2012, tivemos as presenças do meu Aluno, amigo e divulgador de meu Trabalho, Ivan Mir, de nosso Amigo e meu Aluno Marco Túlio, de nossa companheira Cris do Tarô, e de duas Simpatizantes do Tarô, a Fabiana e a Adriana.
Como de hábito, nosso Encontro se Fundamentou na Exposição do Caminho, na troca de Experiências e de Vivências, num ambiente harmonioso, alegre e descontraído, onde cada Participante pode expor suas Idéias – desde que desejasse, é claro – e partilhar seus pontos de vista. O Conhecimento sempre é a tônica de nossos Encontros, e creio que cada um de nós pode Aprender um pouco com a troca de opiniões.
Durante o Encontro, foram feitos dois Jogos, para elucidação da Dinâmica do Tarô para nossas Visitantes, algo assim como uma mesa redonda (também porque a mesa, realmente, era redonda): a Cris fez um Jogo para a Fabiana e o Ivan Jogou para a Adriana, onde todos os Tarólogos presentes deram seus “pitacos”.
No final, a Cris fez uma aplicação da “Díkshá” (uma forma de Benção Indiana, na qual ele é Iniciada) em todos os Participantes e a Emissão da Díkshá para nossa querida Amiga Ana Karla, que está passando por uma fase difícil em sua vida.
Nosso próximo Encontro se dará no dia 02/06/2012. Esperamos nossos Visitantes.

Até lá, que o Universo Ilumine nossas Consciências.

quarta-feira, 21 de março de 2012

OS TEMPOS MODERNOS


Estamos vivendo na Era da Pressa.
Todo mundo tem pressa, ninguém quer “perder tempo”.
Essa característica das pessoas do nosso tempo se verifica em todos os âmbitos, seja no cotidiano, na vida cotidiana, com seus afazeres e suas exigências, como no aspecto Espiritual, ou seja, no que se refere à Vivência Espiritual.
Na vida de relação, a vida do cotidiano, todos correm, querem tudo “para ontem”, não podem esperar, pois, “tempo é dinheiro”, quando “perdem tempo” estão “perdendo dinheiro” (melhor seria dizer que estão apenas deixando de ganhar mais dinheiro, porque se não o ganharam, não podem perder; não se pode perder o que não se tem).
Uma das maiores mentiras que tenho escutado – e creio que todos já ouviram – é dizer que “é o dinheiro que move o Mundo” (o dinheiro é a mola do Mundo, como se costuma falar), pois o que deveria mover o Mundo é o Amor. Mas o homem ainda não está preparado para isso, está muito apegado aos processos mundanos, aos bens materiais, para poder perceber a loucura da vida cotidiana.
Essa pressa é observável também nos processos de Cura, nas Terapias Holísticas. As pessoas tem pressa, querem resultados imediatos, mas não percebem que os resultados dependem da exoneração e purificação de anos e anos de erros de todos os tipos: alimentares, de pensamentos, de relacionamentos, de sentimentos, etc..Quando vão procurar um Terapeuta Massagista, querem melhoras imediatas, mas, por outro lado, não querem uma massagem demorada... massagens de 15 minutos devem ser o suficiente, pois não podem  perder tendo deitados numa maca de Massagem.
Da mesma forma acontece no Espiritual. As pessoas querem respostas prontas para suas questões existenciais, para seus conflitos; querem soluções imediatas para as mazelas de suas existências, mas se esquecem de buscar as respostas em si mesmas.
As pessoas procuram respostas, e muitas vezes essas respostas são buscadas nas “coisas espirituais”, mas as respostas que eles procuram, além de estarem sujeitas à instituições religiosas, que não buscam esclarecer, mas sim escravizar, têm que se adaptar às suas próprias ilusões, ou seja, as pessoas vão procurando uma explicação que se encaixe no que elas querem ouvir, ou que esperam ouvir. E se tornam vítimas de pseudo-sacerdotes, “mestres” e outras categorias de “iniciados” que ainda nem conseguiram superar suas próprias mazelas, e se colocam na condição de dirigentes “religiosos”, que só querem aumentar o seu número de seguidores e de seus rendimentos.
Em alguns casos, procuram na “magia”, na “feitiçaria”, os meios de conseguirem o que desejam, sem se dar conta do mal que estão fazendo à si próprios além daqueles que fazem aos seus desafetos.
O homem moderno tem pressa, mas sua pressa o está levando à loucura, e só quando perceber isso é que entenderá o Verdadeiro Sentido da Vida.





Cyddo de Ignis (Alcides de Paula Chagas Neto)

sexta-feira, 2 de março de 2012

AVISOS


FÓRUM DE TARÔ


O Tarólogo Arto Tudjarian, de São, Paulo está organizando um Fórum de Tarólogos, o Tarô-Masters, a ser realizado na cidade de São Paulo – Centro, no dia 09/07/2012, em local ainda a ser definido.

Nesse Fórum estarão presentes Tarólogos, inclusive, de outros países, o Prof. Namur Gopalla, eu, Cyddo de Ignis (Alcides Chagas) entre outros.
Quando tiver a definição do local exato, daremos maiores informações.



ENCONTRO DE TARÓLOGOS E SIMPATIZANTES

Estamos ampliando nossos encontros de Tarólogos e Simpatizantes apara 2 Reuniões Mensais, nos 1º e 3º Sábados de cada mês.
Excepcionalmente neste mês e Março, nossos Encontros se darão nos Sábados, dias 10 e 17, por motivos de força maior. Contamos com a compreensão de todos os Participantes. Os que tiverem seus Tarôs e desejarem, podem levá-los. Se puderem também levem algo para comermos e bebermos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SOBRE O CURSO DE TARÔ


                            CURSO DE TARÔ


O TARÔ COMO UM CAMINHO DE AUTO-CONHECIMENTO


 Para se poder explicar melhor o que é e como é o Curso de Tarô, da forma como está estruturado e é Ensinado por nossa Escola, convém falar um pouco sobre como entendemos o Tarô.
Para nós, o Tarô é o mais Antigo Sistema de Auto-Conhecimento que existe, criado por uma Civilização das mais Sábias que já existiu sobre este Planeta, a Atlântida, e que teve o auge de seu desenvolvimento numa Era remota, com o objetivo de transmitir, para as gerações posteriores, todo seu vasto Conhecimento.
Tão Antigo quanto a própria História da Civilização, o Tarô é um conjunto de Ensinamentos elaborados de forma lógica, que contém toda a Sabedoria de seus Criadores, habilmente distribuída nas Divisões deste que é, sem dúvida, o mais completo Instrumento de Expansão da Consciência. Nele está contido o Conhecimento do Ser Supremo (de Deus), da Vida, do Universo, da Natureza e do homem, com seus vários Humores ou Níveis Interiores.
É um Sistema Único de Idéias e Conceitos que visa levar o Estudante à sua Realização Consciencial Pessoal, para tal, basta compreender a Essência de Seus Ensinamentos e coloca-los em prática em sua vida cotidiana.
O Tarô atravessou os milênios e chegou até os nossos dias, sofrendo várias modificações, tanto na apresentação de seus Arcanos, como na forma de utilização de sua Sabedoria e Sistema de Ensinamentos. O Tarô, apesar de ser complexo em sua Essência, é simples na sua aplicação, vivenciação e experienciação, desde que o Estudante esteja disposto a aceitar suas premissas.
Para alguns, é apenas um joguinho de adivinhação, para outros, um conjunto de símbolos arquetípicos do inconsciente coletivo. Isso são apenas algumas facetas do que realmente é o Tarô.
Para nossa Escola, o Tarô é um Caminho de Vida, com uma Filosofia própria que, se bem aplicada, permite-nos a Integração de nossas Instâncias Internas, e a Integração de nosso Ser com as Forças da Natureza, com a Vida e com o Ser Supremo (Deus). A Filosofia do Tarô não é uma filosofia a ser seguida, é uma Filosofia para ser aplicada nos mínimos Atos de nossas Existências; é para ser colocada no nosso cotidiano, vivida, vivenciada, experimentada e experienciada.
O Curso de Tarô, como nós o ministramos, segue a Tradição da Antiga Escola do Tarô, adaptada em forma didática, apropriada para as condições de nossa sociedade contemporânea. Antigamente, conforme os Ensinamentos de nossa Escola, o Tarô era Ensinado oralmente, passado de Mestre para Discípulo. Esses Discípulos, muitas vezes, vinham de longe, em busca de Mestres que os orientassem no Caminho. Para tal, necessitavam, inclusive, passar vários períodos de Tempo, praticamente morando na casa do Mestre, colocando-se aos seus serviços, para pagar seu Aprendizado.
Nos dias de hoje, isso já não é mais possível. Por esse motivo, o Aprendizado do Tarô foi estruturado na forma de um Curso, que é apresentado em 3 Níveis: o 1º, que é o Nível Básico; o 2º, que é o Tarô Avançado, e o 3º, que é o de Magia do Tarô. Sendo que, atualmente, incluí um Nível Intermediário entre os Níveis 1º e 2º. Os Níveis 2º e 3º, estão destinado só para quem demonstre estrutura e condições para tal.
No Nível Básico é Ensinado o elementar: A História do Tarô (segundo os Ensinamentos de nossa Escola); a Filosofia do Tarô, dividida em duas Etapas: Arcanos Maiores e Arcanos Menores; o Conhecimento Íntimo do Tarô, de sua Essência e sua Integração Tarô/Tarólogo; a maneira correta de Manuseá-lo e a forma de utilização do Baralho no Jogo.
No Nível Intermediário, aprofunda-se no Conhecimento dos Ensinamentos do Tarô e nas formas de Interpretação das Cartas nos Jogos.
No Nível Avançado, aprofunda-se na utilização do Tarô, com Jogos específicos para Temas Específicos, preparando o Estudante para o Ingresso ao Nível de Magia do Tarô.
Deixamos claro também que o Tarô vai além dos 3 Níveis descritos, porém, os Níveis mais Avançados são reservados para aqueles que se predispuserem a Trilhar o Caminho, tendo os Ensinamentos do Tarô como Base de Vivenciação.
Enfatizamos, nos Cursos de Tarô que ministramos, que o Tarô é Intuição em sua Essência, por isso não Ensinamos a decorar Cartas, e sim, Instruímos na Compreensão de suas Mensagens Arquetípicas, procurando despertar e desenvolver a Intuição do Estudante. O Curso é 70% prático (originalmente o Curso não era apostilado, mas por exigência da nossa Época, elaborei duas Apostilas: uma Básica, muito simples e sucinta, para o Nível Básico, com as informações necessárias para que o Aluno possa desenvolver sua capacidade de Expansão; a outra, para o Nível Intermediário, com elucidações mais profundas sobre os Ensinamentos contidos nos Arcanos Maiores e exemplos de significação das Cartas ao Nível Divinatório). Também Ensinamos que o Tarô é um conjunto único, composto de 78 Lâminas, ou Cartas, e é utilizado completo, com os Arcanos Maiores e Menores. Existe um motivo para que seja assim e quem compreender esse fato, verá que há uma Lógica intrínseca nisso. O Tarô não foi idealizado, estruturado e desenvolvido dessa forma por acaso, nem para simples deleite ou por prazer de seus Idealizadores e Criadores.
Como foi colocado, vê-se que o Tarô é mais do que um conjunto de símbolos do inconsciente coletivo, e muito mais do que um simples joguinho de adivinhação. É um Caminho de Vida que pode levar o Estudante em direção à sua Realidade Interior e penetrar numa outra fascinante Dimensão da Realidade.


        Cyddo de Ignis
(Alcides de Paula Chagas Neto)
Telefone para contato: celular: 031- 9103-3086
e-mail: magiaaquariana@gmail.com   cyddo.dharma@yahoo.com.br






terça-feira, 20 de setembro de 2011

A ÉTICA E A MORAL

Para abordarmos com clareza a questão da Ética em nosso Caminho de Auto-Conhecimento, precisamos, antes, definir o que é Ética e o que é Moral.
A Ética mostra o que é o Bem; a Moral mostra o que é bom. O Bem é Absoluto, Eterno; o bom é relativo, variável, temporal.
O termo “ética” vem do grego “ethos”, que significa “modo de ser” ou “caráter” (forma de vida adquirida pelo homem). O termo “moral”, vem do Latim“mos” ou “mores”, significando “costume” ou “costumes”, no sentido de conjunto de normas ou regras adquiridas por hábito (comportamento adquirido pelo homem).
Á Ética é entendida como a Ciência do Comportamento moral dos homens em sociedade, isto é, a ciência de uma forma específica de comportamento humano. A Ética é, pois, a ciência da moral.
Ciência de caráter puramente filosófico sobre a qual os Grandes Sábios da Antigüidade sempre se dedicavam ao questionarem sobre a moral. A questão da moral é complexa, visto que nunca e constante, sendo um conjunto de normas aceitas para regular o comportamento individual e coletivo de um determinado agrupamento social dos homens. A moral de um povo faz sua história. Dessa forma o que é bom numa época, pode não ser bom em outra, ou o que é moral num determinado agrupamento social, pode ser imoral em outro.
Na sua vivência do cotidiano, os indivíduos defrontam-se com situações que exigem uma resposta adequada ao momento, daí a necessidade de pautar seu comportamento através de regras ou normas que sejam mais apropriadas ou dignas de serem postas em prática. Essas normas são aceitas pelo grupo social às quais se adaptam intimamente e reconhecidas como obrigatórias para o bom andamento das relações sociais. De acordo com essas normas sociais vigentes, os indivíduos compreendem que tem o dever de pautar seu modo de ação de conformidade com o sistema pré-estabelecido. Nesse caso, o indivíduo age moralmente e em seu comportamento evidenciam-se vários traços característicos que o diferencia de outras formas de conduta humanas. Esse comportamento deve ser o resultado de uma decisão refletida.
A Ética é compreendida como uma forma de comportamento regida por valores que são Eternos e invariáveis para todo o gênero humano. A moral varia de época para época e de povo para povo, o que pode ser considerado bom em determinada época, talvez já não o seja mais em algumas décadas; da mesma forma o que é bom para nós, pode não ser considerado bom para outros povos, raças ou etnias. Questões como Justiça, generosidade, caridade, honestidade, pecado, crime, abuso, exploração, etc., podem ser vistas de modos diferentes por cada grupo social – povo ou nação – de acordo com seu próprio código moral. Mas do ponto de vista Ético não há variação.
Assim, na vida defrontamo-nos com situações ou problemas envolvendo as questões citadas e, para solucioná-las, os indivíduos recorrem às normas e preceitos estabelecidos, formulam leis e servem-se de determinados argumentos, razões ou juízos para avaliar ou justificar a decisão ou atitude tomadas. A estas formas de comportamento dos indivíduos ou grupos sociais, chamamos de comportamento prático moral, que se encontra desde as formas primitivas de comunidades.
Mas os homens não agem apenas moralmente, como também refletem sobre seu comportamento prático e dessa forma o tornam objeto de estudo e pesquisa. Assim, há a passagem do plano da atuação prática para a Teoria Moral – ou da moral efetiva, vivida, para a moral refletida ou analisada e estudada. Quando tal ocorre, já se encontra na esfera das questões teórico-morais ou Éticas.
A diferença entre as questões práticas ou morais e Éticas está na forma como são analisadas, pois as questões Éticas são caracterizadas pela sua generalidade, pois se na sua vida, um indivíduo enfrenta uma determinada situação, deverá resolver por si mesmo, valendo-se de uma norma que reconhece e a qual aceita intimamente; o problema em questão é agir de maneira que sua ação possa ser boa, ou seja, moralmente valiosa, seria inútil recorrer á Ética na esperança de encontrar nela uma norma de ação para cada situação concreta, pois a Ética tem um consenso geral do que é o Bem, e apenas pode mostrar-lhe o que seria uma conduta caracterizada pelas normas e leis vigentes que o levaria a concretizar seu objetivo – o Bem visado pelo seu comportamento moral – que ela julga bom segundo os padrões vigentes.
Dessa forma, o problema do que fazer em determinada situação concreta, procurando ser bom, é uma questão moral e não Ética; ao contrário, definir o que é o Bem não é de âmbito da moral, mas uma questão geral que pertence à esfera da Ética.
A complexidade da questão é colocar a moral em sintonia com a Ética, pois é de sua competência investigar o contexto do Bem, e não simplesmente determinar o que cada indivíduo deve fazer em cada caso para que suas atitudes sejam consideradas boas, pois, sem dúvida, uma condição depende da outra.
Muitas teorias sobre a Ética foram organizadas em torno das definições do Bem e do que é bom, na suposição de que se soubermos determinar o que é cada um, poderemos saber o que devemos fazer am cada situação. As respostas variam, evidentemente, de uma teoria para outra, segundo as bases em que se pautam suas teorias, que são criadas de conformidade com seus padrões morais vigentes.
Juntamente com esse problema central, colocam-se outros problemas éticos fundamentais, como o de definir a essência do comportamento moral nas diversas formas de expressão da conduta do homem, tais como a religião, a política, a arte, a filosofia, a ciência, o trato social, familiar, etc..
Esse problema da essência do ato moral envia-nos a outro problema importantíssimo: o da responsabilidade, pois só é possível falar em comportamento moral, quando o indivíduo verificado em sua conduta, é responsável pelos seus atos, o que, por sua vez, envolve a pressuposto de que se pode escolher entre duas ou mais alternativas e agir de conformidade com a decisão tomada. A questão da liberdade da vontade, o que chamamos de Livre-Arbítrio, é inseparável da questão da responsabilidade. Decidir se uma situação concreta é um problema prático moral, mas definir o modo pelo qual a responsabilidade moral se relaciona com a liberdade e com o determinismo a que estão sujeitos é um problema teórico, ou Ético, cuja análise é de competência Ética. Problemas éticos também são de obrigatoriedade moral; a Ética pode contribuir para fundamentar, justificar e julgar certa forma de comportamento mora.
E que fica evidente é que, de qualquer forma, a Ética transcende a moral, pois qualquer que seja a situação, época, raça, etnia, nacionalidade, agrupamento social, seja cultura, religioso, político, filosófico, científico, artístico, etc., há um consenso comum que define o que está em conformidade com o Bem, visto que no aspecto ético há a interferência da razão humana que transforma a Ética num código de conduta segundo suas necessidades de reger seus agrupamentos, sejam eles profissionais, esportivos, filosóficos, etc., existindo diversos Códigos Éticos como o dos médicos, dos advogados, dos religiosos – e dentro de cada expressão religiosa –, etc., e mesmo no caso dos professores de Yoga, entre outras. Até entre os criminosos existe um “código de ética”, o qual eles são obrigados a cumprir e respeitar.
De qualquer forma, é aconselhável a nunca tomar uma decisão, por mais urgente que possa parecer, se há alguma dúvida quanto às questões Éticas envolvidas nela,, e nunca tomar o padrão ético do sistema vigente no qual está envolvido, como um código rígido, inflexível, como um dogma e nem como uma lei a ser seguida a risca cegamente. Todo sistema ético deve ser seguido com bom-senso, e para tal, deve ser aprendido, apreendido, meditado, absorvido e compreendido.


Cyddo de Ignis
(Alcides de Paula Chagas Neto)
Telefone para contato: celular: 031- 9103-3086
e-mail: magiaaquariana@gmail.com cyddo.dharma@yahoo.com.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

COSMOSOFIA


A Cosmosofia é uma releitura de todo Conhecimento humano nas suas diferentes áreas, de forma atual, procurando libertar-se de todos os condicionamentos decorrentes das limitações humanas. É uma maneira nova, a atual, de estudar a Sabedoria Antiga, buscando reencontrar seu aspecto Místico Original, perdido na sua fragmentação, partindo das formas como ela é apresentada atualmente, aprofundando seus Ensinamentos, depurando-a de todas as deformações a que foi submetida através dos milênios, alcançando suas raízes que descendem do próprio Conhecimento Primordial.


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